Modelo individual
Múltiplos fluxos separados
- Múltiplos fornecedores
- Múltiplas notas
- Múltiplos pagamentos
Uma forma mais estruturada de organizar prestadores, centralizar processos e reduzir a complexidade administrativa.
Profissionais
Cooperativa
Empresa
A cooperativa centraliza faturamento, documentação e processos administrativos entre profissionais associados e empresas.
Compare, de forma simples, o impacto administrativo de duas estruturas diferentes para empresas que trabalham com vários profissionais.
Modelo individual
Modelo cooperativista
A cooperativa participa como estrutura centralizadora entre profissionais associados e a empresa contratante.
Associação voluntária à cooperativa e prestação de serviços com autonomia.
Centralização da estrutura administrativa, faturamento e repasses.
Contratação dos serviços dentro da estrutura definida entre as partes.
A configuração do modelo depende da realidade da operação, da autonomia dos profissionais e da adesão voluntária à cooperativa.
O cooperativismo possui regras específicas para sua constituição, organização e funcionamento.
Lei 5.764/71
Define o regime jurídico das cooperativas e os princípios de sua organização.
Lei 12.690/12
Regula a organização e o funcionamento das cooperativas de trabalho.
Lei 8.949/94
Estabelece previsão específica sobre a relação entre cooperativa e associado.
Análise jurídica antes da implantação
Minutas e documentos podem ser disponibilizados ao departamento jurídico antes da formalização. Materiais jurídicos e decisões favoráveis relacionadas ao modelo também podem apoiar essa avaliação, sempre considerando as características de cada operação.
+188 mil
PROFISSIONAIS COOPERADOS
R$ 5,4 bilhões
MOVIMENTADOS EM 2025
601
COOPERATIVAS EM OPERAÇÃO
Dependendo da cooperativa e da solução adotada, o modelo pode integrar opções de saúde, bem-estar, seguros e serviços aos profissionais associados.












O processo começa pelo entendimento do cenário e avança somente após os alinhamentos jurídicos, comerciais e operacionais.
01
Entendemos como a empresa trabalha atualmente e avaliamos a aderência do modelo.
02
Disponibilizamos minutas e materiais para avaliação do departamento jurídico.
03
Com os pontos alinhados, formalizamos a relação entre empresa e cooperativa.
04
Apresentamos o funcionamento, documentação e processo de associação.
Adesão voluntária.
05
Iniciamos a operação com os profissionais que optarem pelo modelo.
Deixe seus dados abaixo. Vou entender o seu cenário e entrar em contato para explicar como o modelo pode funcionar na sua operação.
Sem compromisso com implantação.
A análise considera o perfil dos profissionais, a dinâmica da prestação de serviços e os processos administrativos envolvidos.

Senior AE
Atuo na apresentação e estruturação do modelo cooperativista para empresas que trabalham com prestadores de serviços.
Ver perfil no LinkedIn →Sim. O cooperativismo é regido por legislação específica, incluindo a Lei nº 5.764/1971 e, no caso das cooperativas de trabalho, a Lei nº 12.690/2012.
O profissional adere voluntariamente à cooperativa. A cooperativa participa da estrutura administrativa da relação e a empresa contrata os serviços dentro do fluxo definido entre as partes.
Sim. As minutas e os documentos que estruturam o modelo podem ser disponibilizados previamente para análise jurídica, administrativa e operacional da empresa.
A cooperativa pode concentrar o faturamento relacionado aos serviços dos profissionais associados, reduzindo a quantidade de fluxos administrativos tratados diretamente pela empresa.
Não. A adesão à cooperativa é voluntária e deve respeitar as regras do cooperativismo e as características da operação.
Sim. A análise do departamento jurídico pode fazer parte da avaliação antes de qualquer formalização, com acesso às minutas e a materiais de apoio aplicáveis ao cenário.